sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Parabéns à minha Little Cupcake! ❤️

Meu amor, minha vida!

Faz hoje 3 anos que vieste a este mundo e, desde então, tem sido uma aventura andar nesse teu carrossel. 

És o meu furacão! A tua energia é tão esgotante como contagiante, mas espero que continues assim, genuína, com esse teu sorriso traquina, e com essa meiguice que me faz esquecer todos os disparates. 

Tens-me ensinado tanto e, contigo, espero aprender muito mais e ser cada vez melhor!

Amo-te muito, muito, muito! 

Mãe babada.

Go round and round ❤️

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Masala Chai - O meu consolo para os dias de Inverno

Fonte: internet
Masala Chai é um chá proveniente da Índia feita a partir de uma mistura de especiarias com leite.
O método tradicional de preparação do masala chai (e o mais simples) é ferver leite e água com folhas de chá e especiarias não moídas. No final, os resíduos são coados. O método pode variar consoante o gosto ou o costume local. Por exemplo, alguns misturam todos os ingredientes no início, esperam que ferva e coam logo de seguida; outros deixam a mistura ferver por mais tempo, ou começam por ferver as folhas de chá e só adicionam as especiarias no fim (ou vice-versa).
Não há uma receita ou método de preparação fixo para o masala chai e a maioria acaba por fazer as suas próprias versões do chá. Mas, normalmente é sempre feito com chá preto, leite inteiro, açúcar (ou jaggery), água e especiarias fortes, como cardomomo, gengibre, anis, pimenta e cravo, onde o cardomomo é dominante. Alguns ainda usam hortelã, açafrão e noz moscada. 
A conjunção destes ingredientes torna esta bebida um excelente termogénico para dias frios como o de hoje. 
Eu faço a bebida sem o leite (opto por bebida vegetal) e, obviamente, não utilizo açúcar ou qualquer tipo de adoçante. 
Deixo aqui a receita que costumo utilizar:
Coloco 1 copo de água, 1 copo de bebida vegetal, 2 colheres de chá de chá preto, 1 pau de canela, 1 rodela de gengibre fresco, 6 sementes de cardomomo esmagadas e um pouco de pimenta. Às vezes também coloco 2 ou 3 estrelas de anis e um pouco de açafrão. Espero até levantar fervura e deixo ferver em lume brando por mais 5-10 minutos. Depois coo e espero que arrefeça um pouco. 
Desta forma, fico quentinha por um bom tempo. ;)

Até já!


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Já ouviram falar em Baby Led Weaning?

Antes de terminar o ano de 2016 frequentei um curso de 3h sobre Baby Led Weaning, para aprender um pouco mais sobre este assunto. Apesar de estar relacionado com a alimentação, é um tema à qual ainda tinha dúvidas e resolvi aprofundar um pouco mais.
Foi no Centro Pré e Pós Parto, com a Enfermeira Marília (ver blogue aqui) que fui encontrar esta informação. 

Mas afinal o que é o Baby Led Weaning (BLW)? 
É um método de introdução alimentar que consiste em oferecer ao bebé os alimentos em pedaços, onde este escolhe o que come, na quantidade que quer. Estes alimentos, cortados em pedaços, são colocados no tabuleiro da cadeira da papa, e ficam à disposição do bebé para que ele explore e experimente à sua vontade. Ele vai agarrar, amassar, espremer, levar à boca e, por fim, comer. Sim, é sinónimo de alguma sujidade, mas também de bebés felizes. 
Desta forma, o bebé é que define o ritmo da refeição, preparando-se para os sólidos de forma mais natural e desenvolvendo mais rapidamente a aptidão para comer de forma autónoma.
Aqui não há sopas passadas ou papas. E não, não precisa ter dentes!

No BLW o bebé inicia a diversificação alimentar com a família, promovendo assim a refeição familiar. Ou seja, não existe o dar almoço/jantar primeiro; ele juntar-se à mesa a explorar sozinho a mesma refeição que a restante família. 

Obviamente que, no início, o bebé não vai comer grande coisa. É natural brincar mais do que ingerir, mas isso vai permitir-lhes sentir os alimentos; perceber a cor e a textura; distinguir os sabores e os cheiros. 

O receio da maioria dos pais é se os bebés não ingeriram a quantidade suficiente de nutrientes. 
Este método pressupõe que o bebé esteja a mamar em livre demanda e que ele consuma a quantidade de leite materno que quiser. Assim, no final de cada refeição, se a mãe achar necessário, poderá sempre oferecer mama de forma a ficar mais descansada. 
As mães que não dão de mamar também podem adoptar este método, complementando a refeição com leite artificial. 

Também há a questão do engasgamento, que foi a razão pela qual não me aventurei pelo BLW com a a minha primeira filha. Mas, depois de pesquisar e de experimentar com a segunda, percebi que, desde que o bebé esteja bem sentado, este método não apresenta maior risco de engasgamento do que o método tradicional. 

Confesso que ainda não aderi ao BLW na totalidade e faço uma versão mista. Ou seja, ofereço os alimentos inteiros para ela experimentar e, no final, dou-lhe a sopa para complementar (em vez de ser o leite). 

Deixo aqui algumas fotos das primeiras experiências e o link para o próximo curso (aqui) para quem ficou com curiosidade de, tal como eu, ficar a saber mais. 


Abóbora, Batata doce e Cenoura
Manga
A explorar abóbora
A mastigar uma cenoura
Agora é a vez dos brócolos